Masturbação: comportamento inofensivo ou uma prática que escraviza?
Quando o assunto é masturbação, existem muitos pontos de vista... Se é uma coisa tão comum como comer, beber ou respirar ou se é uma satisfação sexual perigosa.
Ser adolescente significa viver muitas mudanças e sentir impulsos de todos os tipos. Ser adolescente é se animar com a festa de sexta à noite e conversar na aula sobre que roupa você vai usar. É pedir uma blusa emprestada para a sua amiga, é comprar um sapato para combinar com o vestido, é tirar muitas fotos com as amigas, é escutar música no caminho da escola e dançar na frente do espelho com a música no último volume. É tudo isso e um pouco mais...
Cada vez que a gente liga o rádio, a televisão, vai ao cinema, lê uma revista ou sai na rua, a gente é bombardeado de mensagens sexuais. E agora esse assunto não é mais exclusivo dos meios de comunicação, mas também das escolas que discutem uma "vida sexual ativa".
A masturbação é uma coisa natural pra gente se descobrir. É o ato de exercitar seus órgãos sexuais para procurar prazer e chegar ao orgasmo sozinha. É por isso que deve ser feita quando já estamos com mais maturidade sexual e nosso desejo cresce. O problema é quando se torna uma coisa obsessiva.
Muita gente que estudou as consequências da masturbação obsessiva, incluindo Freud e vários médicos, diz que ela afeta a sexualidade em um relacionamento porque pode produzir desequilíbrio emocional. Além disso, pode gerar problemas sexuais como ejaculação precoce nos homens e frigidez nas mulheres – que é a impossibilidade de alcançar ou manter a excitação sexual com o seu parceiro mesmo com a estimulação sexual.
Ou seja, a masturbação deve ser uma prática controlada. Ela é saudável, mas deve ser acompanhada da prática de esportes, saídas com as amigas e conversas familiares. Ou seja: faça com responsabilidade.